Resumo Informativo
O livro Pretinho, meu boneco querido, de Maria Cristina Furtado, aborda o preconceito racial e a construção da identidade de forma sensível e pedagógica. A narrativa acompanha Nininha, uma menina de 8 anos que ganha um boneco negro a quem apelida de Pretinho. Quando a menina não está por perto, os outros brinquedos ganham vida e passam a discriminar o boneco por sua cor de pele, levando-o a se esconder no armário e a rejeitar sua própria identidade.
Após um incidente em que Pretinho quase é atacado pelo cão da casa ao tentar fugir das ofensas, a situação atinge um ponto de virada. Nininha intervém, explica aos brinquedos a gravidade da discriminação e apresenta a história do Quilombo dos Palmares e de Zumbi. Compreendendo o valor da liberdade e do respeito, o boneco passa a exigir ser chamado pelo seu verdadeiro nome, Carlos, promovendo a união entre todos. É um excelente recurso didático para trabalhar a Lei 10.639/03, empoderamento e diversidade em sala de aula.
Nível Estudantil Indicado
- Educação Infantil (pré-escola) e Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano): A linguagem simples, o uso da ludicidade e a faixa etária da protagonista (8 anos) tornam a obra ideal para essas etapas.



